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DJ Kalif, que já tocou em casas mundialmente prestigiadas como o Rex Club de Paris, a Lov.e de São Paulo e a Kitchen de Dublin, e dividiu a cabine com artistas como Claude Young, Umek e Ben Sims, acaba de lançar o primeiro álbum, “Banzo”, elogiadíssimo por Folha de S. Paulo, Correio Braziliense e Rraurl.com (UOL).


Kalif mixa e produz norteado pela interação com o público, buscando ao mesmo tempo transmitir e despertar emoções. Começou discotecando em 1997 em Brasília, inspirado pelos mestres da velha-guarda local LS2 e Oblongui. Um ano depois, foi tentar a sorte na Europa e se instalou na borbulhante Dublin, Irlanda. Conquistou a duras custas a primeira residência e aos poucos se tornou um dos ícones da cena dublinense.

É na Irlanda que Pedro Frazão aka Kalif consolidou sua carreira como DJ de techno profissional. Acumulou residências em várias casas e atraiu durante anos um público fiel e apaixonado. Com som vibrante, carisma e técnica arrojada, Kalif virou “The Brazilian Legend”, apelido pelo qual é lembrado até hoje.

O brazuca também teve uma bela história de amor correspondido com a cena francesa. Fez apresentações memoráveis nas duas casas de ponta do país -as parisienses Rex Club e Batofar- e diversas turnês pelo interior, da Bretanha aos Alpes, passando pelo Vale do Loire.

Hoje instalado no Rio de Janeiro, onde se apresenta ocasionalmente em casas como Dama de Ferro e Fosfobox, Kalif é adepto do dynamic mixing, estilo acrobático pouco difundido no Brasil. Seus sets profusos, coloridos e intensos passeiam por todas as vertentes do techno e flertam sem complexo com o melhor do electro e do house. Tocou ao lado de craques como Chris Liberator, Marco Bailey, Christian Smith, Cari Lekebusch, Misstress Barbara, Marky, Renato Cohen, Kammy e Wj Henze, além dos já citados.

A carreira nas picapes acaba de ser completada pelos primeiros trabalhos como produtor. Kalif lançou no final de 2008 o álbum “BANZO”, obra intimista e atmosférica que contrasta com o som de pista que consagrou seu autor. Ao longo de 14 faixas inrotuláveis, feitas de texturas complexas e melódicas, “Banzo” conduz o ouvinte a uma viagem pela galáxia de sentimentos que só uma música eletrônica verdadeiramente autoral pode proporcionar.

Kalif também assina pelo selo irlandês Static Recordings um primoroso remix da faixa ”Lift”, de Julian Eustace. A música, reinterpretada numa versão hipnótica e sinuosa, está disponível no beatport,  junodownloads e principais sites de venda online.